14 de jun. de 2016

REFLEXÕES


REFLEXÕES

 A VIDA É UM BAILE DE MÁSCARAS.

“A vida é um baile de máscaras, você afirma, e para você isso é material de diversão inexaurível, e até agora ninguém conseguiu conhecer você, pois toda revelação que você faz é sempre uma ilusão”.
Sua ocupação consiste em preservar seu esconderijo, e você é bem sucedido nela, pois sua máscara é a mais enigmática de todas.

De Fato você é NADA: Você é meramente uma relação com os outros e o que você é? Você é por virtude resultado dessa relação. (...)


Você não sabe que vem a hora de meia noite em que todos têm que lançar fora suas máscaras?
Você crê realmente que a vida se deixará zombar para sempre?
Ou talvez você pensa que pode escapar um pouco antes da meia noite para escapar disso?


Ou não fica apavorado com essa ideia? (...) Você consegue pensar em algo mais apavorante do que pode acabar acontecendo: Sua natureza se resolvendo numa multiplicidade, que você realmente pode se tornar muitos?

Se tornar, como aqueles infelizes demônios, uma legião, e assim perder a coisa mais sagrada e preciosa de um homem - o poder unificador da personalidade. "

Ismenia Woyame por Sören  Kierkegaard.

10 de jun. de 2016

FACEBOOK VOCE CURTE?



Refém de rede social: Facebook

Atire a primeira pedra quem ainda não se rendeu ou se sentiu refém da rede social. Não adianta negar. “E-mails” tornaram-se obsoletos. As pessoas, amigos, clientes, empresas (a grande maioria) não mandam mais e-mails. Tudo vem pela rede social, sejam propagandas, postagens, flyer, recados abertos desinibidos ou, os menos compromissados ou não comprometedores e descontraídos, ou por inbox, os mais pessoais.
Não importa de que maneira ou modo for, quando começamos a ver nossos recados acabamos nos rendendo as postagens dos amigos, e assim, o tempo passa e não percebemos o total de tempo que gastamos apenas para ver o que era um “simples recado”. Pois é, assim como uma droga, a rede social chega rapidinha e vai nos contaminando, “conquistando” e nos viciando.

Da mesma forma que vemos as postagens dos amigos e amigos dos amigos, começamos a sentir a necessidade de também colocar nossos pensamentos, ideias e acontecimentos pessoais ou sociais, políticos e até divulgação de trabalho e por aí vai.
Muitos fatores são positivos na rede social. Aproxima-nos das pessoas e parentes distantes. É interativa, rápida, nossas questões e dúvidas (trabalhos escolares, universitários, cursos etc.) são rapidamente respondidas até mesmo por pessoas que necessariamente não é “amiga”(o), pois de alguma forma alguém multiplica nossa questão.

Por outro lado, o fator negativo é que, um comentário, atitude, brincadeiras, postagens ou vídeo de mau gosto, cai no gosto popular e se propaga mais rápido que um flash de um relâmpago e podemos magoar, ou difamar uma pessoa tão rápida que não tem conserto “a posteriori”. Portanto, devemos sempre ser cuidadosos com nossas curtidas e compartilhamentos ou postagens, para não termos que nos arrepender de atos impensados.
Ismenia Woyame psicóloga psicoterapeuta.

 

 

21 de nov. de 2015

FRAGMENTOS DE JUNG

 
                                                Nossas construções arquetípicas.
 
" o espírito não pode ser tábula rasa, pois a critica dos princípios do nosso pensamento esclarece que certas categorias de nosso pensamento são fornecidas a priori, isto é, antes de todas experiências, estando presentes simultaneamente com o primeiro ato de pensar, e constituído até suas prévias condições formativas. O que Kant demonstrou para o pensamento lógico, também é valido, e em muito maior grau... À psique... É verdade que faltam conteúdos concretos, mas as possibilidades continentes estão dadas a priori da própria experiência. São ideias ante rem, condições formais, diretrizes básicas traçadas a priori e que atribuem à matéria da experiência uma determinada configuração, de modo que, tal como Platão as concebeu pode-se pensa-las como imagens, como esquematizações, em certa medida, ou como possibilidades funcionais herdadas... Daí resulta que até a mais livre atividade do espírito, a fantasia, jamais pode ocorrer desenfreadamente... Fica sempre ligada a possibilidade previamente formadas, as imagens primordiais originais"
Jung. V. VI  § 356.
 

29 de out. de 2015

NOSSA CASA: REFUGIO OU ESCONDERIJO?


NOSSA CASA: REFÚGIO OU ESCONDERIJO?

Há muito venho observando, mas, só recentemente comecei a me dar conta realmente de que nos dias de hoje uma grande quantidade de pessoas tem  “opta do” por diferentes desculpas ou motivos, pelo fato de gostar de ficar em casa, e, com isso,  cada vez mais não conseguem sair. Elas justificam para si próprias e para os outros que não querem fazer isso, mas, o que tenho percebido é que esse “ficar em casa” sobre um ponto de vista psicológico e teórico é que elas estão deprimidas e até desenvolvendo um estado de pânico.

Esse modo de ficar em casa é uma forma de refúgio, segurança e proteção; então me pergunto: será mesmo uma maneira de escamotear seus medos? De se “enganar”? De se expor de falar ou de se expressar? Por que sair? Se aqui estou “protegida” atrás dos meus muros, grades e portas? Por que sair se aqui ninguém vai me incomodar?

A casa representa nosso próprio eu, e qual será o medo que assombra a minha casa além de minha consciência? De sair e me expor, sair para ser “depredada/o”, massacrada/o pela sociedade?

Ou será o medo de me relacionar com alguém, de me entregar, de me mostrar? E ser realmente quem eu sou com meus defeitos, medos, anseios, virtudes e sentimento que nem eu conheço, e por que então me aprisiono em casa? Por que preciso me esconder? É mais forte que eu?

Sair de casa é sair para a guerra das cidades que todos os dias temos que enfrentar. A casa representa nosso refugio sim, um abrigo, mas ficando apenas dentro dela com certeza, não vamos ganhar a guerra.

Um bom guerreiro, mesmo se sentido sozinho,  luta para vencer para se  superar. Ele luta para vencer seus próprios medos, mesmo sabendo que pode contar com os “amigos emocionais invisíveis”  que nos protege dentro de nosso refugio.  Mas, precisamos aprender a colocar nossos escudos e espadas para poder encarar a guerra lá fora de casa, ou até mesmo de cara limpa sem reserva, medos, receios, e desta forma com toda certeza nos tornamos confiantes e vencedores sem depressão e sem pânico ou qualquer síndrome que nos paralise e nos impeça de procurar a felicidade de viver.
 
Ismenia Woyame psicóloga e psicoterapeuta.

 

 

25 de jun. de 2015

Metamorfose = Transformar = Mudar

No nosso dia a dia, sair do conforto e arriscar algo novo é difícil para a maioria das pessoas, mas, se ficarmos parado esperando que a vida aconteça em nossa volta, ou, que o inesperado bata à nossa porta, será mais difícil ainda.  É querer muito!
Portanto, se você está insatisfeito(a) com seu dia a dia e vive reclamando que nada acontece, por que você não resolve dar o primeiro passo?
Saia  do casulo! Não é fácil, mas o tempo está passando. Portanto, movimente-se, transforme-se, arrisque e veja o mundo lá fora sem medo, e então você terá dado o primeiro passo para a transformação, e isso é o que chamamos de metamorfose. É o processo que a Lagarta sofre antes de se tornar numa Borboleta e poder voar.
Todos nós buscamos a felicidade, a questão está em ter coragem de viver e de enfrentar, o que significa correr riscos. 
Ao assumirmos nossos riscos, adquirimos a responsabilidade, sabendo que não podemos controlar a nossa vida, como menciona o filósofo Arthur Médice “a grande angustia do ser humano”.
Para se transformar primeiro é preciso se aceitar por inteiro, com defeitos, qualidades e virtudes. Só assim conseguimos nos ver e analisar os outros. e com isso, buscarmos algo novo.
Desta forma, podemos ter em mente apenas duas palavras:
1º OUSADIA é a palavra do momento, nessas horas ter autoconfiança é essencial para mostrar aos outros a que viemos. Tomar a iniciativa e deixar de lado a modéstia, pois essa será uma das formas que trarão o reconhecimento de suas ações.

2º MUDAR o que nos causa sofrimento é difícil, já que existe um conforto no conhecido. Mudar para o desconhecido é um passo difícil e assim resistimos muitas vezes por medo. Mas, se não tivermos coragem, nunca saberemos o  que tem do outro lado. e nunca venceremos, pois nunca nos reconheceremos de fato. 
Ismenia Woyame
Revisão: Darlan Cézar

QUAL A DIFERENÇA ENTRE O PSICÓLOGO, PSIQUIATRA, PSICANALISTA E O NEUROLOGISTA?

O psiquiatra é um médico com especialização em Psiquiatria, ou seja, pode internar e prescrever medicamentos. Já o psicólogo não está habilitado a fazer essas coisas, pois sua formação não é médica. Ele faz o curso de Psicologia e ao concluí-lo pode se especializar no trabalho clínico, atendendo pessoas no consultório; ou pode ainda optar por atuar em outros ambientes, como hospitais, empresas ou instituições de ensino ou pesquisa. 

Em um desses contextos, o psicólogo se especializa e torna-se habilitado para a análise e intervenção nos fatores ambientais relacionados ao comportamento humano.

A Psicologia é constituída de várias correntes teóricas, portanto, os psicólogos e psiquiatras que atuam com psicoterapia fazem cursos de formação clínica de acordo com o referencial teórico ao qual se identifica e passam a ser reconhecidos como terapeutas comportamentais, humanistas, analistas ou psicanalistas. Em geral, esses cursos de formação compõem-se de uma parte teórica, supervisão de casos e a realização de sua própria psicoterapia.

Se o paciente faz psicoterapia com um psicólogo, mas eventualmente necessita de medicação, o psicólogo deve encaminhar essa pessoa a um psiquiatra, que poderá fazer um acompanhamento medicamentoso em paralelo com a psicoterapia. Por sua vez, o psiquiatra que não faz psicoterapia e considera que o paciente apresenta problemas de ordem emocional, deve encaminhá-lo para que faça psicoterapia. Talvez a maioria das pessoas que necessitam de ajuda psicológica profissional não precise de medicamentos psiquiátricos. E a outra parte pode usá-los temporariamente.

Quanto ao neurologista, ele é um médico que se especializou em doenças do sistema nervoso. Existe o neurologista clínico, que não realiza cirurgias, e o neurocirurgião. Quando falamos em "doenças dos nervos" referimo-nos, em geral, às doenças ou transtornos psicológicos e psiquiátricos tais como irritação, ansiedade e nervosismo. 

Neurologista é o médico que trata alterações como aneurisma cerebral, epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC ou derrame) e outros, que podem ser responsáveis pelo surgimento de sintomas psicológicos.

Ismenia Woyame
Revisão: Darlan Cézar

ESCRAVO DO PASSADO



ESCRAVO DO PASSADO

Ser escravo do passado significa que você não se libertou dos sentimentos, e, nem das lembranças desagradáveis e negativas.  Observe seu Eu interior e perceba que isso o mantém acorrentado e amarrado, e, essas correntes pesam muito no seu Eu presente, impedindo-o de se libertar, e, dessa forma abrir os olhos para poder ver novos caminhos à sua frente.  Liberte-se! Você é capaz!   Ismenia Woyame. 

PERFIL


Psicóloga e Psicoterapeuta Ismenia Woyame

Psicóloga e Psicoterapeuta clínica, desenvolve um trabalho direcionado para a solução de conflitos diversos, tais como: ansiedade, autoestima, transtorno do pânico e fobias, estresse, depressão, como também, problemas específicos da criança no relacionado com os pais, com a família e na escola.

Dentre essas especialidades, também trabalha com as dificuldades de relacionamentos do adulto na vida profissional e pessoal, bem como seus relacionamentos familiares tais como: casamento, perdas, luto, e outros.

Possui especialização e formação em:
- Gestalt-terapia e Arteterapia;
-Terapeuta Familiar Sistêmica de Casal pelo Centro de Gestalt Terapia Sandra Salomão.

Somando a isso, se especializou em;
-Terapia Cognitivo Comportamental pelo CPAF-RJ ;
-Psicoterapia Breve pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro;
-Facilitadora de Constelação Familiar com graduação por Celma Villa Verde.

Participa ativamente e ministra palestras sobre sexualidade humana direcionada a casais  e adultos no sentido de explanar a saúde do corpo, física e mental, através do autoconhecimento do próprio ser.

Pós Graduada em Psicologia Analítica Junguiana pela Universidade Estácio de Sá.

TERAPIA DE FAMÍLIA

A terapia familar....

EVENTOS

CONSTELAÇÃO FAMILIAR

Constelação Familiar é um trabalho terapêutico, fenomenológico e filosófico que foi desenvolvido pelo psicoterapeuta pedagogo Bert Hellinger.

É um processo de terapia breve e que pode ser elaborado ou praticado tanto individualmente como em grupo. Quando é individualmente, o cliente traz a sua questão ou tema, e o facilitador constelador utiliza como ferramentas de trabalho bonecos ou papeis para a representação simbólica da  interpretação e leitura da questão.

Quando o atendimento se dá em um grupo, a questão do cliente é exposta pelo mesmo e naquele  momento os participantes da vivência, poderão ser solicitados a participar da representação temática, e que irão constelar também as suas questões.

O objetivo da Constelação Familiar é trazer a tona, questões, atitudes, pensamentos, doenças, ações, medos etc... Muitas vezes inconscientes, imperceptíveis, situações que precisam ser mudadas e que não conseguem serem feitas sem a ajuda de um profissional.

No trabalho de Constelação tanto individual, como em grupo, forma-se um campo de força como uma Egrégora, que é chamado simbolicamente de movimento da alma. É nesse campo energético que os bloqueios inconscientes, de nossos pais, de nossa ancestralidade, de nós mesmos e outros tantos assuntos que fazem parte das nossas vidas ou fizeram parte da vida dos familiares e antepassados e que perduram ainda hoje, vem para a superfície e se mostram consciente.

Nesse processo terapêutico que foi desenvolvido, aparece essa dinâmica escondida e torna-se ampliada, fazendo com que o cliente tome ciência e possa ter uma reconciliação ou resolução das suas dificuldades.

Desta maneira, quando o individuo se liberta das identificações do passado e com familiares a situação oculta fica consciente de si, dando a sua melhora e a cura torna-se mais acelerada.

Qualquer tema pode ser constelado desde desequilíbrios emocionais sem causa aparente, separações, doenças crônicas, desordem financeira, vida profissional e pessoal entre outros muitos temas.


Ismenia Woyame – Psicóloga Psicoterapeuta e Facilitadora Constelar. 

CONTATO

Tel. (21) 9987.8153

email: psiswoyame@gmail.com

31 de mar. de 2015

QUANDO O ESTRESSE TORNA-SE VISIVEL NO CORPO



Quando o estresse torna-se visível no corpo através da pele.

Estudos científicos comprovam que a carga emocional dos seres humanos (e, também, nos animais) penetra no corpo através dos sentidos e extrapolam no corpo através de sintomas físicos no caso específico doenças da pele conhecidas como dermatites, psoríase entre outros distúrbios psicossomáticos advindas de distúrbios de ansiedade, estresses, depressão, fobias etc.,

Muitos desses sintomas são acumulados durante anos, muitos são causados na infância e só vindos a transparecer na adolescência e muitas vezes apenas na “adultes”.

A correria do dia a dia juntamente com fatores pessoais de cobranças de trabalho, família, estudos, atividades sociais e até fatores climáticos como catástrofes (principalmente) geram ou causam desconforto físico e emocional transparecendo através da pele. É o corpo em desequilíbrio!

Quando enfrentamos situações estressantes ou que nos causam medo (luta e fuga); os sistemas nervoso, hormonal e imunológico reagem com um complicado mecanismo de adequação. O corpo libera os chamados receptores adrenérgicos adrenalina e noradrenalina. Esses receptores liberados elevam a frequência cardíaca e a pressão sanguínea o que nos prepara para a luta ou fuga.

Esses fatores, muitas vezes, costumam causar processos alérgicos ou doenças de pele, tais como dermatites (coceiras, manchas, pintinhas vermelhas) psoríase e até o vitiligo. No caso do vitiligo não é que o estresse provoque, mas, altera sensivelmente a despigmentação da pele. A psoríase uma doença também autoimune (também causada por fatores emocionais) caracterizada como uma forte descamação da pele principalmente em regiões como couro cabeludo, cotovelo e extremidades.

Através de estudos científicos em animais efetuados na Alemanha por Eva Peters comprovam que, sob forte estresse ao analisarem a pele dos animais um tipo especifico de célula nervosa se multiplicava de forma mais rápida e nessas ocasiões os neurônios liberavam diversas moléculas entre elas a chamada “substancia P” este por sua vez colocam em cena os mastócitos agentes imunológicos que liberam a histamina (substancia que aparece nos casos de alergias causando coceiras e inchaços)

Todos esses sintomas crônicos causados pelo estresse são fatores que nem sempre ou na maioria das vezes são tratados apenas com medicação.  Faz-se necessário um acompanhamento não só do médico clinico, mas, de  psicólogo e até de um médico psiquiatra.

No tratamento psicológico o paciente aprende a lidar com os sintomas melhorando sua estima e consequentemente revertendo seu quadro doentio através do diálogo e até de algumas técnicas terapêuticas como relaxamento. Algumas doenças de pele inegavelmente estão associadas a depressão e distúrbio de ansiedade. Através do relaxamento, respiração etc., por exemplo, no caso de dermatite, o paciente aprende a não se coçar o que só piora a situação tendo um maior controle de si.

Dessa forma a terapia não só ajuda a superar o estresse psíquico do dia a dia ou do evento traumático causador, mas, trás um bem estar para o individuo para seu corpo físico e mental como um todo.

Ismenia Woyame psicóloga psicoterapeuta.

Algumas dicas e cuidados para melhorar as alergias e irritações da pele.

·         Limpe a pele de forma delicada;

·         Em vez de coçar assopre, use loções refrescantes;

·         Pratique exercícios ao ar livre de preferencia e passeios ao ar livre;

·         Reserve um tempo para atividades que lhe faça bem;

·         Pratique ou aprenda técnicas de relaxamento por exemplo meditação.

·         Seja Feliz!

 

 

 

21 de dez. de 2014

A TERAPIA COMO COADJUVANTE NA SAÚDE E NA CONVIVÊNCIA FAMILIAR.





Nos dias de hoje, na sociedade consumista em que vivemos, o tempo de estarmos juntos a outras pessoas e familiares vai ficando cada vez mais reduzido. A intolerância é ampliada pela falta de tempo de doar-se para o outro e assim vivemos numa competição, onde passamos indiferentes sobre todos aqueles que de alguma forma possam atrapalhar nossa empreitada. Com isso o sistema familiar vai ficando cada dia mais fragilizado e os laços afetivos ficando cada vez mais frágeis ou sem harmonia. O conviver não é primordial. Para que possamos Resignificar essa forma de ver a vida, precisamos parar um pouco e pensar. O que é importante para termos uma saúde harmônica entre nossos pares, familiares e amigos? Precisamos olhar para nós mesmos e, assim, vermos que necessitamos de ajuda externa para conseguirmos reorganizar esse sistema fragilizado.


A Terapia de Família, de Casal ou Individual, visa ajudar o ser humano nesse encontro de si com ele mesmo e com os outros.

Na terapia de família, muitas vezes um membro dessa família, sinaliza que algo não vai bem, seja através de atitudes agressivas, mudanças de comportamento e outras formas de chamar atenção, quando na verdade não é ele o elemento problema na família, ele simplesmente procurou, de alguma forma, sinalizar o que está fora da harmonia familiar. A terapia de família ajuda nessas dificuldades, fazendo a família e seus membros tomarem para si cada uma de suas responsabilidades e assim reorganizar, de forma harmônica, aquilo que estava de alguma forma sem harmonia.

Na terapia de casal acontece algo semelhante quando o casal se esquece de se olhar como um par, e desvia esse olhar para outra direção, qualquer que seja, iniciando assim as desavenças e indiferenças.

Na terapia individual o enfoque é o indivíduo em si, suas dificuldades e questionamentos pessoais, sejam eles de que natureza for, fazendo-o entrar em contato com seus sentimentos e emoções, tornando-o consciente de suas possibilidades de escolhas perante a realidade da vida.

Em quaisquer dessas abordagens, a terapia serve como ajuda externa para reorganizar e harmonizar o indivíduo com seu meio, ajudando-o a entrar em contato com suas dificuldades, de maneira saudável, ajustando o que estava fora de forma visando uma perspectiva harmônica e equilibrada.

Ismenia Woyame

Psicóloga, Gestalt-Terapeuta e Comportamental – Terapeuta de Família, Casal e Individual, Pós graduada em Psicologia Analítica.

16 de set. de 2014

MULHERES... SE APROPRIANDO DE SEU CORPO!


Mulheres... Se apropriando de seu corpo!

Sim!!! Isso mesmo mulheres seu corpo é um território impar e único, só você sabe como ele funciona, sente, percebe, sofre, se alimenta, caminha e tudo o mais que você possa imaginar sonhar e qual é a sua forma.

Mas, será que você realmente sabe mesmo como é seu corpo, como ele sente? Quais são os maiores prazeres dele? Sabia que ele é apenas seu e de mais ninguém? E então? Como você pode se apropriar dele novamente?

Nesse mundo atual moderno, veloz, virtual, de estresses, doenças, um “corre, corre” diário, e nosso corpo andando a passos de tartaruga não acompanhando o ritmo atual, enquanto nossa mente anda na velocidade da luz.

Essa é a dificuldade e a nossa realidade do mundo feminino, não percebemos, sentimos e não nos conhecemos mais, e com essa rapidez o tempo passa, envelhecemos sem nos darmos conta de nosso corpo.

Você sabe como você dar prazer ao seu corpo?

O prazer do corpo é sentido de várias formas e em diferentes momentos da vida, e só cabe a você saber diferenciar cada um desses momentos, aprender a valorizá-los e conquistá-los, pois, só assim você se apropria de você mesma e de seu corpo por inteiro como um todo.

Um exemplo simples é comer; é um prazer físico que vem através dos sentidos, primeiro a visão, em seguida o olfato e tato para sentir a forma e por ultimo o paladar pela degustação, e isso é um dos prazeres que a pessoa se dá. Não estou aqui falando da necessidade de se alimentar ou de fome e sim do prazer da boa mesa, que às vezes (muitas vezes) comemos com os olhos!

Temos também diferentes prazeres que são sentidos por algumas mulheres, mas, no momento nesta proposta é falar de um prazer importante que muitas vezes é visto como tabu por muitas mulheres, inclusive eu em algum período de minha vida.

É o prazer da liberação das endorfinas que são produzidas quando atingimos o Orgasmo que é algo impar e único sem explicação teórica ou filosófica que poucas mulheres conseguiram aprender ou já alcançaram isso, o ORGASMO palavra proibida!

Muito bem, poucas mulheres sim, porque existe ainda a timidez, medo, pecado, tabu e que não é falado abertamente ou socialmente, são poucas as mulheres que sabem realmente o que é um orgasmo verdadeiro e também são poucas as já sentiram e muitas confundem  a excitação com orgasmo.

E isso vem da nossa educação, religiosa, cultural, patriarcal dessa ideia errônea de sujo, proibido, pecado, mulher não faz isso, que aprendemos desde nossa infância, do consciente coletivo.

Por que para os homens tudo é permitido e para as mulheres não?

Mesmo nos dias atuais, moderno aonde a informação vem através dos noticiários, virtualmente, pelos “post”, e rede social etc., ainda vemos as mulheres serem discriminadas em várias partes do mundo, por motivos religiosos, arcaicos, culturais, principalmente com relação a sexualidade e suas escolhas.

Muitas mulheres já ouviram, viram comentar sobre essas novas lojas de conveniência erótica (Sex-shops). Pois bem, lá não é só um lugar para vender brinquedinhos para os homens. É um espaço de vendas para casais e mulheres também, e, muitas dessas lojas ministram cursos, palestras e workshops para as mulheres no intuito delas conhecerem e terem um maior entendimento do seu corpo e ao adquirir esse conhecimento possam se beneficiar na sua saúde física e emocional e pessoal, além de melhorar relacionamentos afetivos, marido, “namorido”, namorados e afins.

Mas, nada disso funciona se você não se apropriar e  libertar seu corpo conhece-lo desde o dedão do pé até o fio de cabelo, conhecer todas as partes, onde á mais sensível, mais resistente e assim poder permitir dar-se prazer a si próprio como também abrir-se sem pudor para o outro,  e alcançar o tal chamado ORGASMO, não só feminino com o masculino

Quando você se libertar de todas essas amarras e sistema de crenças negativas, que a vida lhe impôs ficará tudo mais fácil, leve e fluido e pronto para ter uma nova vida. Ismenia Woyame psicoterapeuta

 

28 de ago. de 2014

ESCRAVO DO PASSADO



ESCRAVO DO PASSADO

Ser escravo do passado significa que você não se libertou dos sentimentos, e, nem das lembranças desagradáveis e negativas.  Observe seu Eu interior e perceba que isso o mantém acorrentado e amarrado, e, essas correntes pesam muito no seu Eu presente, impedindo-o de se libertar, e, dessa forma abrir os olhos para poder ver novos caminhos à sua frente.  Liberte-se! Você é capaz!   Ismenia Woyame. 

11 de ago. de 2014

A SINCRONICIDADE DOS EVENTOS COM AS NOSSAS EMOÇÕES



A Sincronicidade dos Eventos com as nossas Emoções.

 

Podemos observar como diferentes eventos mexem com as nossas emoções internas.

Ontem foi um dia especial e de muitas comemorações, eventos e acontecimentos. Dia dos pais no Brasil, e que também foi comemorado em vários lugares de diferentes povos, e acredito; foi um dia de grande emoção para os pais, também para os filhos que tem esses pais presentes, alguns ausentes, mas que mexe com as emoções daqueles que foram filhos e  que hoje  são Pais.

Por que a Sincronicidade? Não por ocaso, ontem também, foi dia da grande lua cheia, acontecimento que só se repetira no ano de 2034, e a Lua está ligada a nossas emoções mais profundas e contidas e mais fluidas, juntamente com a Lua cheia, outros elementos e fatores estão acontecendo no universo; um Trígono forte de água entre os signos de Câncer, Peixes e Escorpião.

Outros acontecimentos e festividades, de alguma forma ligada, aos nossos sentimentos e nossas emoções e que foram promovidos ontem, tais como, o Congresso de Reiki, As Danças Circulares em favor da Paz, O dia das crianças na Argentina, (pais olhando filhos e aqui filhos olhando os pais) a Meditação para a Paz mundial, etc... Todos eles de grande importância, pois estão ligados as nossas emoções primitivas e profundas, como o ódio, o amor, a raiva, a felicidade, a tristeza a alegria etc...  De repente, me peguei observando, também, as emoções em nosso corpo e em nossos órgãos internos o modo como eles se entrelaçam sincronicamente a tais eventos de comemoração ocorridos ontem.

O coração um órgão vital do nosso corpo está ligado a alegria, no sentido positivo, mas, no lado negativo ele leva a euforia exacerbada e ansiedade, o baço está ligado a preocupação e se não o cuidarmos, a preocupação pode torna-se uma neurose. O pulmão, outro órgão de grande importância está ligado a tristeza, e se prestarmos atenção a nossa postura física ela fica encurvada quando estamos tristes essa postura dificulta a respiração levando essa tristeza a uma depressão. O fígado órgão ligado a raiva no negativo pode transformar a raiva em ódio, e o rim que é ligado ao medo, assim como a raiva, funcionam como uma mola propulsora para a  luta ou fuga. O medo em excesso pode levar ao pânico.

Assim, as nossas emoções direcionam as nossas atitudes diárias, e por isso que devemos aproveitar esses eventos festivos e intensos sempre focados para um bem maior em nossa vida, e aproveitar o lado positivo para alcançar os benefícios desses eventos e dessa forma podermos alcançar a felicidade, paz e alegria que tanto almejamos.                                       Ismenia Woyame psicoterapeuta

9 de jul. de 2014

PSICOLOGO NÃO É BRUXO NEM...



Psicólogo não é Bruxo.

Isso aí minha gente, ele também não e milagreiro e nem bombeiro como a mídia vem responsabilizando, o psicólogo em primeiro lugar é  um profissional qualificado, com anos de estudos acadêmicos, especializações, pós-graduações, supervisão etc. além, de uma grande maioria com mestrados e doutorados, estão sempre se atualizando em congressos, seminários, simpósios e palestras.

Portanto, tal qual um médico, engenheiro, e outros “doutores” com suas qualificações, tudo isso para dizer do meu desapontamento com que as pessoas pensam e imaginam que podemos simplesmente, com uma consulta ou num click de acender e apagar a luz, resolver questões e dificuldades que a pessoa levou anos construindo dentro de si. Grande ilusão!

Ser bruxo, milagreiro ou bombeiro, não é desmerecimento, é até motivo de orgulho, mas essa não é a questão.

Somos até bombeiro sim em alguns casos, em uma emergência, ou em dificuldades  inesperada e até situações de catástrofes podemos ajudar a pessoas a se situarem dentro de suas dificuldades ou problemas com uma visão externa, mas fácil de lidar e poder aceitar melhor a situação.

Porém, quando a questão se apresenta, em empresa, grupos de trabalhos equipes esportivas, o psicólogo deveria e deve ser contatado desde o inicio do trabalho de base, e assim é como se prepara uma equipe esportiva, também com médicos (clínicos e ortopedistas), preparadores físicos, massagistas, etc.

O psicólogo deve estar presente desde este inicio analisando e trabalhando a individualidade pessoal junto com o trabalho da equipe, por exemplo, um time de futebol, por isso não queiram cobrar desses profissionais milagres, depois que o processo já está estabelecido.

Uma equipe trabalha em conjunto, no equilíbrio e na harmonia, pois as estrelas não brilham sozinhas, eles refletem a luz do sol e assim somos nós, por isso que em um trabalho de grupo precisa estar afinados, pois, na falta de um que por ventura não posso estar, tem outros que tem e devem  estar apto para cobrir na mesma medida.

Portanto, profissionais responsáveis pelos esportes, principalmente, pense sempre que um psicólogo é um profissional altamente capacitado para ajudar no trabalho de grupo em qualquer equipe que quer se tornar vencedor/ra e não uma solução de ultima hora, para apaziguar ânimos ou trabalhar emoções  normais do ser humanos, mas que para muitos são sinais de fraqueza.

Só mais um “conselho” li que a equipe que nos eliminou da final, além de contar com todo esse staff que mencionei, conta também com a ajuda de um professor de Yoga, mas isso é outro assunto que posso falar depois, mas que também tenho muito interesse em aprofundar.

Pronto Falei! Ismenia Woyame

 

9 de abr. de 2014

REFÉM DA REDE SOCIAL



Refém de rede social: Facebook

Atire a primeira pedra quem ainda não se rendeu ou se sentiu refém da rede social. Não adianta negar. Email tornou-se obsoleto. As pessoas, amigos, clientes, empresas (a grade maioria) não mandam mais e-mails. Tudo vem pela rede social, sejam propagandas, postagens, flyer, recados abertos os menos compromissados ou não comprometedores e   descontraídos, ou por inbox, os mais pessoais.

Não importa de que maneira ou modo for, quando começamos a ver nossos recados acabamos nos rendendo as postagens dos amigos, e assim, o tempo passa e não percebemos o total de tempo que gastamos apenas para ver o que era um “simples recado”. Pois é, assim como uma droga, a rede social chega devagarinho e vai aos poucos nos contaminando, “conquistando” e nos viciando.

Da mesma forma que vemos as postagens dos amigos e amigos dos amigos, começamos a sentir a necessidade de também colocar nossos pensamentos, ideias e acontecimentos pessoais ou sociais, políticos e até divulgação de trabalho e por ai vai.

Muitos fatores são positivos na rede social. Aproxima-nos das pessoas e parentes distantes. É interativa, rápida, nossas questões e dúvidas (trabalhos escolares, universitários, cursos etc.) são rapidamente respondidas até mesmo por pessoas que necessariamente não é “amiga”(o), pois de alguma forma alguém multiplica nossa questão.

Por outro lado, o fator negativo é que, um comentário, atitude, brincadeiras, postagens ou vídeo de mau gosto, cai no gosto popular e se propaga mais rápido que um flash de um relâmpago e podemos magoar, ou difamar uma pessoa tão rápida que não tem conserto “a posteriori”. Portanto, devemos sempre ser cuidadosos com nossas curtições e compartilhamentos ou postagens, para não termos que nos arrepender de atos impensados.
Ismenia Woyame psicóloga psicoterapeuta.