17 de abr. de 2013
“A vida é um espetáculo de raríssima beleza. Contudo, só a
aprecia quem é capaz de escrever os principais capítulos de sua vida nos
momentos mais difíceis de sua história.
Tenha coragem para romper as algemas do medo, e caminhar pelo
labirinto. Percorra territórios nunca antes explorados e se as oportunidades
não surgirem crie-as!
Faça da sua vida uma grande aventura e uma poesia. Corrija
suas rotas, mas, nunca desista de suas metas e nem daquilo que você mais ama.
Se você não desistir sua vida será diferente. Você deixará de
ser controlado pelos seus medos e problemas, (e por pessoas que precisam ter
poder sobre sua vida) e se tornará autor de sua própria história.
(Augusto Cury)
22 de mar. de 2013
AS EMOÇÕES
As Emoções. (Oráculo
24 e 32)
“O corpo é o veículo dúctil ao pensamento, sujeito
aos sentimentos e vitima das emoções”. Autor desconhecido
Já nascemos com o mecanismo emocional formado,
porém, só ao longo da vida ou com o nosso desenvolvimento pessoal é que esse mecanismo
vai se formando e se solidificando através de nosso meio social e cultural.
Somos mais, ou somos menos, emotivos porque
culturalmente aprendemos a demonstrar ou não nossas emoções e sentimentos. As
emoções fazem parte do nosso dia a dia e são elas que nos movem, nos paralisa,
estimula e nos impulsiona. Elas regulam nosso humor nossas alegrias, tristezas,
dores e raivas. São elas que nos fazem entender como nos mantemos nessa vida
por que somos pura emoção e isso tudo faz parte de nossa essência.
As emoções são reações psicológicas que envolvem a
excitação fisiológica controlada pelo sistema nervoso autônomo. A excitação
fisiológica que ocorre quando acontece uma emoção é indistinguível, na maioria
dos caos, tem uma maior ou menor intensidade dependendo da emoção e da causa. Assim
temos uma descarga maior ou menor de hormônios dependendo dessa emoção.
As emoções são expressadas e reveladas não apenas
na excitação física, mas também no comportamento expressivo como na linguagem não
verbal variando com a cultura e
sociedade de cada individuo.
São muitas as emoções sentimentos, porém algumas
são de origens primárias e básicas. Já nascemos com esse mecanismo e com o
tempo se desenvolvem e costumamos reagir dessa forma.
Raiva é um sentimento emotivo ligado a situações
negativas. Essa emoção vem de dentro junto com a irritação e nos leva muitas
vezes a cometer atos insanos, mas, por outro lado esta energia dispendida para
um lado positivo nos leva a tomar decisões contra situações injustas e assim
nos fazer perseguir metas novas e construtivas. Cabe a nós saber usar essa
energia positivamente. A raiva geralmente está ligada ao estresse e numa
explosão de raiva nos sentimos poderosos enquanto os outros ficam temerosos e
se afastam.
Medo tal como a raiva nos leva a comportamentos
distintos, nestes casos fugimos ou encaramos, ele é uma descarga de adrenalina
imensa, o sangue corre mais rápido para os músculos provocando movimentos
rápidos, nos imobilizando ainda por pouco espaço de tempo nos permitindo a
reação de luta ou fuga que nos provoca
uma sensação de alerta.
Amor vem de situações de satisfação física e psíquica,
muitas vezes provocado por situações de afeição ou de satisfação sexual, ela implica
na estimulação parassimpática. Ele vai na contra mão das emoções negativas e nos acalma provocando um estado geral de
satisfação nos impulsionando a proximidade ao invés da fuga.
Felicidade oriunda do amor, essa emoção inibe o aparecimento
de sentimentos negativos favorecendo um aumento de energia e um prazer pela
vida. Fisicamente provoca e nos causa tranquilidade e uma predisposição e
motivação para execução de qualquer tarefa que surja.
Tristeza surge após momentos de perda de relacionamentos, trabalho,
morte de um ente querido ou após decepções significativas. A tristeza consome
um grande potencial de energia interna, levando muitas vezes a frustrações e
doenças psicossomáticas como a depressão e outras síndromes.
Somos seres racional e emocional e para sermos
saudáveis, precisamos harmonizar e equilibrar nosso lado emocional com o
racional para que possamos atravessar todos os percalços que a vida nos
apresenta. Ismenia Woyame
13 de mar. de 2013
As
Alianças e a Manutenção das Relações.
Muito
se fala em alianças, relacionamentos, convívios, sociedades, viver a dois, uniões etc. Tudo isso é parte fundamental
de nossa vida. Vivemos em sociedade e somos seres gregários. Mas, como isso
funciona? Ou melhor, como podemos fazer para ter e viver um bom relacionamento?
Desde
nosso primeiro momento de vida, nosso primeiro relacionamento é com a nossa
mãe, é ela que nos introduz no mundo, depois vem os outros cuidadores, pai,
avós, irmãos, tios e todos os que convivem nesse entorno de nossa infância e do
nosso mundo.
Quando
nos tornamos adolescente nos sentimos donos do mundo, nos bastamos, sabemos de
tudo! Pensamos que nossos pais e os mais velhos não sabem de nada! Mas, nem por
isso vivemos isolados, procuramos relacionamentos com nossos pares, como nossa trupe, nossos iguais e assim vamos formando
grupinhos.
Depois,
já na juventude, vem a liberdade, novos interesses, amizades, e com isso chegam
os outros relacionamentos afetivos, o primeiro amor, as ilusões, desilusões, e
assim seguimos nossa vida, os estudos, trabalho, profissão, casamento, filhos.
Muito
bem, o que isso quer dizer com nos mantermos nas relações?
Bom,
primeiro que relacionar-se com o outro ou com os outros, é aliar-se é aceitar o
outro como ele. E fácil? Na teoria, mas, para isso temos que fazer concessões entrar
em acordo. Sem acordo preestabelecido não se mantém ou se sustenta as relações.
São as colocações, por exemplo, eu gosto disso, você daquilo, somos diferentes,
mas podemos nos ajustar e estar juntos.
No
sentido profissional “manda quem pode e obedece que tem juízo”, portanto em
cumpro ordens porque isso faz parte do meu contrato de trabalho, sou pago(a)
para isso, e, se não estou satisfeito, “pulo fora”.
Nas
sociedades também funciona assim, dois ou mais sócios estipulam suas obrigações
e ações para que a convivência seja saudável, rentável e durável.
E
nos relacionamentos afetivos interpessoais? Essa é a parte mais difícil, pois,
o bônus é sempre menor que o ônus. Por que relacionar-se com o outro é mais difícil
(mas não impossível)? Porque sempre esperamos mais do outro e nos esquecemos de
nós mesmos. Sempre cobramos e queremos algo como, atenção, carinho, amor e ajuda.
Tudo que nós damos também queremos o dobro de volta. A questão é: que damos
porque queremos e não para ter algo em troca. Difícil né? Somos seres humanos e
esperamos recompensa pelos nossos atos.
Relacionar-se
com o outro é doar-se sem reservas e sem cobranças, é abdicar de alguns gostos,
costumes, hábitos, para uma convivência melhor mais ajustada. Não é anular-se,
e sim um entendimento de como podemos fazer de melhor para que tenhamos um
estar junto saudável e harmônico.
Ismenia
Woyame
15 de fev. de 2013
QUANDO OU POR QUE PROCURAR UM PSICÓLOGO?
Quando ou Por que
procurar um Psicólogo?
Existem situações e
momentos em nossa vida difíceis de suportar e enfrentar porque nesses momentos
temos que nos superarmos para encarar as nossas dificuldades, nossos medos,
anseios, angustias, tristezas, e, em muitas vezes não conseguimos dar um passo
a frente ou tomar uma atitude ou decisão para resolução de algo importante para nossa vida.
E comum na maioria das
vezes pensarmos e queremos dividir nossas angustias, sofrimentos e medos com amigos,
pai, mãe, irmão, marido, esposa, na intenção de que alguma solução possa
surgir, porém, essas pessoas de alguma forma estão envolvidas emocionalmente
com a questão, terão boa vontade sim, mas, não saberão como ajudar-nos, pois,
não saberão diferenciar o lado emocional do real, embora a vontade de ajudar
seja imensurável.
São nesses momentos que
um psicólogo, um profissional habilitado e capacitado nos ajuda a discernir, desmembrar ou
desmascarar essas dúvidas que se apresentam e que sempre estão em um lado, mais
profundo de nós mesmo, em nosso inconsciente. E por que um psicólogo? Porque
ele é uma pessoa neutra e gabaritada para nos ouvir, atualizar e nos guiar a
encontrar repostas sempre encontradas dentro de nós e que de alguma forma quando
ao tomarmos uma decisão ela será totalmente consciente verdadeira e real a
nossa vontade.
O Psicólogo pode também ser
em muitas vezes necessário em nossa vida como uma maneira de prevenção das
nossas dificuldades, ou seja, antes que elas aconteçam, porque esses conteúdos (coisas)
escondidos vão aflorando e com o passar do tempo tomam proporções
desagradáveis, repetindo novamente emoções negativas tais como: ansiedade,
depressão, angustia medos, pânico etc.
O Psicólogo é um
terapeuta, acompanhante de nossa mente de nossos pensamentos e de nossos
comportamentos, como também saberá fazer com que tomemos consciência de nossas próprias
possibilidades e habilidades, para enfrentar nosso dia a dia e assim, seguirmos
sem muitos erros, culpas e outras problemáticas comumente conhecidas. “ Ismenia
Woyame “
13 de fev. de 2013
Há pessoas que nos fazem voar. A gente se encontra
com elas e leva um bruta susto. Primeiro, porque o vento começa a soprar dentro
da gente, e lá, de cantos escondidos de nossas montanhas e florestas internas,
aves selvagens começam a bater asas, e a gente não sabia que tais entidades
mágicas moravam dentro de nós, e elas nos surpreendem, e nós nos descobrimos
mais selvagens, mais bonitos, mais leves, com uma vontade incrível de subir até
as alturas, saltando, saltando de penhascos, pendurados numa asa-delta (acho
que o nome disso é fé…)"
Rubem Alves.19 de dez. de 2012
REFLEXÕES E NOSTALGIA
Reflexões
e Nostalgia
Estamos
em um período do ano, em que a maioria das pessoas se volta para si numa
reflexão nostálgica de suas vidas. Alguns se lembram daqueles que se foram e
sentem saudades, outros pensam nos amigos que já não moram perto, que mudaram
de vida, de emprego ou de país, e assim vão ficando introspectivos sensíveis e
mobilizados pelas proximidades dos festejos de final de ano.
O
que faz a maioria dessas pessoas só se sensibilizarem nesta época do ano? O que
as motivas durante os outros meses do ano a passarem pela vida sem percebê-la
sem ver a seu redor, sem buscar seus amigos, parentes, familiares, ou se
lembrarem dos ausentes?
É
tudo uma questão das mensagens subliminares que o meio de comunicação nos impõe
e sem percebermos exatamente entramos nesse turbilhão de sensações melancólicas.
Outros
se voltam para as compras, presentes, reuniões, confraternizações amigo oculto e
porque não dizer muitas vezes bebedeiras de comemoração como se o mundo fosse
acabar no dia seguinte? Será que vai acabar mesmo nos próximos dias?
Devemos
sim, pensar em nossos parentes, pais, filhos, familiares e amigos, mas com um
sentimento que nos acompanha durante todo o período do ano e porque não durante
toda nossa existência consciente. Só assim, não entramos nessa ciranda de
momentos tristes, melancólicos e ansiosos. Acredito que esse excesso de
ansiedade transforma a grande maioria das pessoas em compulsivos para compras,
presentes, festejos comidas etc.
Temos
que parar e entrar em contato com nossa essência, nosso lado espiritual, mesmo
aqueles considerados ateu que não tem uma religiosidade, quero esclarecer, espiritualidade
não está atrelada a religiosidade, ela está até próxima, mas não é a mesma
coisa, parece, mas, não é.
Nossa
essência é pura e quando fazemos contato com ela entramos em um êxtase de
harmonia com nossa paz interior e também com todos os nossos próximos.
Ismenia Woyame
Ismenia Woyame
16 de dez. de 2012
Fracassos e Sucessos
Fracassos
e Sucessos
Ninguém
gosta de fracassar na vida, embora, muitas vezes o fracasso seja uma excelente
oportunidade para um futuro sucesso. Algumas das vezes as tomadas de decisões importantes resultaram
de desilusão, erros, tropeçosou do fracasso mesmo, mas devemos compreender que
essas situações nos desafiaram de algum modo.
Com o
passar do tempo aprendemos a dar a volta por cima, a ficarmos mais fortes,
confiantes, porém, o importante é não repetir os erros e começar analisar onde
estão as melhores possibilidades que sempre tem. De certo que não estamos neste
mundo apenas para acertar, mas, para errar também.
Esta é a
natureza de aprendizado neste mundo, mesmo que busquemos uma força maior que
para muitos se traduz como Deus. Preste atenção, se tudo na vida nos fosse
apresentado como perfeição não conheceríamos em si ou imperfeito, o que
realmente é bom ou ruim, pois, basicamente, vivemos num mundo de dualidades, de
opostos, de conhecer ou sentir mais profundamente uma coisa em função da experimentação
de outra contrária. Isto é a vida atual. Ela é o oposto, o reflexo convexo da
vida espiritual. Mas se não reconhecemos o erro estamos apenas “vacilando” aqui
neste mundo. Assim, não tenhamos medo de errar. Apenas não repitamos os mesmo
erros. Não condene o fracasso, nem crie baixa estima. Erro! OK, veja-o como uma
oportunidade que a vida nos deu para seguirmos fortes com compreensão e
entendimento da direção correta de nós mesmos.
A Vida é grande escola e, nos
permite os erros e os fracassos para que possamos encontrar o real sentimento de
amor, felicidade, caridade, esperança em nossos corações e o nosso deus interior, e assim
seguir com sucesso o caminho da evolução que se apresenta a cada dia diante da
nossa existência.
O SOL

O Sol
Quando
retiramos uma lamina no baralho a mesma simboliza alguma coisa para podermos entender
ou compreender uma situação oculta ou um significado, mas hoje farei uma
pequena leitura psicológica sobre a lâmina do Sol.
O
sol é a fonte de toda a vida da terra. Sem ele não estaríamos aqui. Este astro
maior nos traz felicidade, energias positivas, alegria e crescimento. O
arquétipo do sol representado pelo Deus Apolo simboliza a coragem, energia e visão de chegar
ao cerne da questão.
Com
esta lâmina podemos iluminar qualquer situação de nossa vida com clareza e
verdade ao invés da lua que muitas vezes fica escondida na sombra ou no oculto
de nós mesmo.
O
sol é o elemento fogo que nos encoraja a seguir adiante e deixar para traz as
sombras e todos os nossos medos, inseguranças e tristezas, ou seja, o lado mais
sombrio de nós mesmos. Assim como quando estamos sob o sol de meio dia, mal
percebemos que a nossa sombra está lá.
Analisando
uma situação futura ou muito breve, poderíamos dizer que, também, é a
concretização ou a libertação do lado sombrio, das nossas dúvidas, receios e
medos do passado.
Quando
falamos de relacionamentos o sol traz o significado de aceitação do nosso par,
parceiro, amigo, sócio etc. do modo como ele é na realidade e não do modo como
idealizamos que ele seja.
Como
“aconselhamento” diria que devemos nos sentir vigorosos confiantes e iluminados,
acreditar mais em nós mesmos.
Se
observarmos algumas lâminas do Taro veremos a figura do sol brilhante em todo
seu esplendor em meio aos 12 signos do zodíaco e mais duas crianças com asas de
borboletas. As asas têm a simbologia da liberdade e a borboleta da
transformação, da metamorfose, o amadurecimento. Seria a sombra indo de
encontro a Luz.
Em muitas lâminas do Oráculo Cigano
a figura do sol aparece com todo seu esplendor no alto das montanhas, o que
podemos traduzir como o alcance ou a realização de tudo que foi difícil,
doloroso e que agora se torna gratificante.
Podemos ainda fazer uma analogia
desta lamina do Sol com o deus Apolo, portanto, podemos fazer uma leitura de
que ela tem o significado de carisma, inteligência, harmonia, intuição,
habilidade para as artes e música, já que essas eram algumas das habilidades de
Apolo, filho de Zeus e Artemis.
Quando em uma consulta oracular
quem retira essa lamina for mulher pode analisar como um significado de
independência e sucesso profissional principalmente se for ligada as artes e, se
for homem pode haver uma alusão ao
charme, elegância, simpatia e até romantismo.
Alguns analistas de Tarô afirmam
que quando esta lamina sai invertida, pode ser ingratidão, narcisismo,
insegurança e até fingimento. Mas, no geral ela é o símbolo da Felicidade e do
Prazer.
Ismenia Woyame.
1 de nov. de 2012
O PARAISO EXISTE SOMENTE QUANDO ELE É RECUPERADO
O ser humano pode viver de duas maneiras: a natural
e a não-natural. A não-natural exerce grande atração, pois é nova, não-familiar
e aventureira. Daí, toda criança deve deixar sua
natureza e penetrar na não-natureza.
Nenhuma criança pode resistir a esta tentação; resistir a ela é impossível. O paraíso deve ser perdido, e a sua perda está embutida; ela não pode ser evitada, ela é inevitável.
E, é claro, somente o ser humano pode perdê-la. Este é o êxtase e a agonia do ser humano, o seu privilégio, a sua liberdade — e a sua queda.
Jean-Paul Sartre está certo quando diz: "O ser humano está condenado a ser livre". Por que "condenado"? Porque, com a liberdade, surge a escolha — a escolha de ser natural ou não.
Quando não há liberdade, não há escolha. Os animais ainda existem no paraíso; eles nunca o perderam, mas, devido a isso nunca ter acontecido, eles não podem estar conscientes dele e não podem saber onde estão.
Para saber onde se está, primeiro deve-se perder o lugar. É assim que o saber se torna possível — ao se perder.
Conhece-se uma coisa somente quando ela é perdida. Se ela nunca foi perdida, se ela sempre esteve presente, naturalmente ela é tomada como garantida; ela se torna tão óbvia que a pessoa se esquece dela.
As árvores, as montanhas e as estrelas ainda estão no paraíso, mas elas não sabem onde estão; somente o ser humano pode saber. Uma árvore não pode se tornar um Buda — não que haja alguma diferença entre a natureza interior de um Buda e a de uma árvore, mas uma árvore não pode se tornar um Buda. A árvore já é um Buda! Para se tornar um Buda, a árvore primeiro deve perder a sua natureza, deve se afastar dela.
Você pode ver as coisas somente de uma certa perspectiva. Se você estiver muito próximo delas, você não pode vê-las. Aquilo que Buda viu nenhuma árvore jamais viu... está disponível às árvores e aos animais, mas somente Buda fica consciente dele — o paraíso é recuperado.
O paraíso existe somente quando ele é recuperado. As belezas e os mistérios da natureza são revelados somente quando você retorna ao lar. Quando você vai contra sua natureza, quando você se distancia de você mesmo, somente então um dia a jornada de volta principia.
Quando você fica sedento pela natureza, quando você começa a morrer sem ela, você começa a retornar.
Esta é a queda original. A consciência do ser humano é a sua queda original, seu pecado original. Mas sem o pecado original não há possibilidade de um Buda ou de um Cristo.
Nenhuma criança pode resistir a esta tentação; resistir a ela é impossível. O paraíso deve ser perdido, e a sua perda está embutida; ela não pode ser evitada, ela é inevitável.
E, é claro, somente o ser humano pode perdê-la. Este é o êxtase e a agonia do ser humano, o seu privilégio, a sua liberdade — e a sua queda.
Jean-Paul Sartre está certo quando diz: "O ser humano está condenado a ser livre". Por que "condenado"? Porque, com a liberdade, surge a escolha — a escolha de ser natural ou não.
Quando não há liberdade, não há escolha. Os animais ainda existem no paraíso; eles nunca o perderam, mas, devido a isso nunca ter acontecido, eles não podem estar conscientes dele e não podem saber onde estão.
Para saber onde se está, primeiro deve-se perder o lugar. É assim que o saber se torna possível — ao se perder.
Conhece-se uma coisa somente quando ela é perdida. Se ela nunca foi perdida, se ela sempre esteve presente, naturalmente ela é tomada como garantida; ela se torna tão óbvia que a pessoa se esquece dela.
As árvores, as montanhas e as estrelas ainda estão no paraíso, mas elas não sabem onde estão; somente o ser humano pode saber. Uma árvore não pode se tornar um Buda — não que haja alguma diferença entre a natureza interior de um Buda e a de uma árvore, mas uma árvore não pode se tornar um Buda. A árvore já é um Buda! Para se tornar um Buda, a árvore primeiro deve perder a sua natureza, deve se afastar dela.
Você pode ver as coisas somente de uma certa perspectiva. Se você estiver muito próximo delas, você não pode vê-las. Aquilo que Buda viu nenhuma árvore jamais viu... está disponível às árvores e aos animais, mas somente Buda fica consciente dele — o paraíso é recuperado.
O paraíso existe somente quando ele é recuperado. As belezas e os mistérios da natureza são revelados somente quando você retorna ao lar. Quando você vai contra sua natureza, quando você se distancia de você mesmo, somente então um dia a jornada de volta principia.
Quando você fica sedento pela natureza, quando você começa a morrer sem ela, você começa a retornar.
Esta é a queda original. A consciência do ser humano é a sua queda original, seu pecado original. Mas sem o pecado original não há possibilidade de um Buda ou de um Cristo.
Osho, em "Vá Com
Calma
29 de out. de 2012
Moralidade
Ele chegou à verdadeira raiz do problema. A menos que a consciência desperte em você, toda a sua moralidade é falsa, toda a sua cultura é apenas uma camada muito fina que pode ser destruída por qualquer um.
Mas, uma vez que a sua moralidade seja fruto da sua consciência, não de uma certa disciplina, então, é coisa inteiramente diferente.
Nessa condição, você responderá a cada situação a partir da sua consciência. E o que quer que você faça será bom.
A consciência não é capaz de fazer nada que seja ruim. Esta é a beleza suprema da consciência: qualquer coisa que surja dela é simplesmente bela, simplesmente correta, e isso sem nenhum esforço, sem nenhum treinamento.
Assim, em vez de podar folhas e galhos, corte a raiz. E para cortar a raiz, não existe caminho alternativo além de um único método: o método de manter-se alerta, de estar percebendo o que acontece, de estar consciente.
Osho, em O Taro
Zen
21 de out. de 2012
CONSTELAÇÃO FAMILIAR O QUE É.
CONSTELAÇÃO FAMILIAR
Constelação Familiar é
um trabalho terapêutico, fenomenológico e filosófico que foi desenvolvido pelo
psicoterapeuta pedagogo Bert Hellinger.
E um processo de terapia
breve e que pode ser elaborado ou praticado individualmente ou em grupo. Quando
é individualmente, o cliente traz a sua questão ou tema, e o facilitador
constelador utiliza como ferramentas de trabalho bonecos ou papeis para a
representação simbólica da interpretação e leitura da questão.
Quando o atendimento se
dá em um grupo, a questão do cliente é exposta pelo mesmo e naquele
momento os participante da vivencia, poderão ser solicitados a participar da
representação temática, e que irão constelar também as suas questões.
O objetivo da
Constelação Familiar é trazer a tona, questões, atitudes, pensamentos, doenças,
ações, medos etc... muitas vezes inconscientes, imperceptíveis, situações que
precisão ser mudadas e que não conseguem ser feitas.
No trabalho de
Constelação tanto individual, como em grupo, forma-se um campo de força que é
chamado simbolicamente de movimento da
alma. É nesse campo energético que os bloqueios inconscientes, de nossos pais, de
nossa ancestralidade, de nos mesmos e outros tantos assuntos que fazem parte
das nossas vidas ou fizeram parte da vida dos familiares que perduram ainda
hoje, vem para a superfície e se mostram consciente.
Nesse processo terapêutico
que foi desenvolvido, aparece essa dinâmica escondida e torna-se ampliada,
fazendo com que o cliente tome ciência e possa ter uma reconciliação ou
resolução das suas dificuldades.
Desta maneira, quando o
individuo se liberta das identificações do passado e com familiares a situação
oculta fica consciente de si, dando a sua melhora e a cura torna-se mais
acelerada.
Qualquer tema pode ser
constelado desde desequilíbrios emocionais sem causa aparente, separações,
doenças crônicas, desordem financeira, vida profissional, entre outros muitos
temas
Ismenia Woyame
14 de out. de 2012
TRANSTORNO DO PÂNICO
Transtorno do Pânico
Podemos
afirmar que o Transtorno do Pânico caracteriza-se como ocorrências de crises de
forte ansiedade e medo. Elas se manifestam de maneira intensa repentinamente e
costumam provocar no individuo sensação de mal estar mental e físico, vontade
de sair do lugar onde se encontra e muitas vezes sensação de medo de morrer
O
pânico é uma reação normal de que se apresenta às pessoas e serve como alerta
de fuga de situações de perigo como catástrofes, acidentes, incêndio, etc. Quando o pânico se manifesta sem que se tenha
uma causa especifica ele fica caracterizado como patológico e a isso chamamos
de transtorno do pânico.
Para
que possamos caracterizar como transtorno do pânico, é necessário que a pessoa
apresente alguns dos critérios relacionados abaixo.
1.
Que
a ocorrência dos ataques tenha repetições, que podem ser semanais, mensais, e às
vezes até diárias.
2.
Que
dos sintomas relacionados a seguir, pelo menos quatro devem estar presente.
a) Aceleração da freqüência cardíaca;
b) Sudorese nas mãos e nos pés;
c) Tremores nas mãos ou em todo o
corpo;
d) Sensação de desmaio
e) Náuseas;
f) Tonteiras;
g) Dores do peito (que muito acham
que estão tendo ataque cardíaco)
h) Medo de perder o controle, ou
medo de enlouquecer;
i) Medo de morrer.
j) Ondas de calor ou de arrepios.
Não
existe uma causa especifica cientificamente que possa ser diagnosticada como
causadora desse transtorno. Eles simplesmente se apresentam. Quando isso
acontece é necessário que a pessoa procure um profissional competente para
ajudá-lo. Geralmente a pessoa necessita
de um médico psiquiatra (para um acompanhamento medicamentoso) e um psicólogo
para o tratamento emocional.
Algumas
vezes, esses sintomas se apresentam depois da pessoa passar por traumas
intensos. Não se tem um numero estatístico, mas, é bastante expressiva a
quantidade de pessoas que tem apresentado esse transtorno com uma incidência
maior nas mulheres (dois para um) e na faixa etária de 30 anos, podendo ainda acontecer
na infância e também na velhice.
O
tempo de duração do transtorno de pânico se a pessoa não procurar ajuda é
imprevisível e pode durar anos levando a outras comorbidades como depressão e
outras fobias sociais.
O
importante é que a pessoa que apresentar esse transtorno procure ajuda de
profissionais competentes e não se feche no seu mundo, com vergonha do que as
pessoas possam pensar a seu respeito. Os familiares e as pessoas próximas
muitas vezes desinformadas nem sempre entendem o que se passa com pessoa e
fazem criticas severa a respeito.Portanto, se você ou alguém próximo estiver apresentando alguns dos sintomas citados procure ajuda de um médico psiquiatra ou de um psicólogo, pois eles saberão como proceder nessas situações.
Ismenia
Woyame
12 de out. de 2012
FELICIDADE
Felicidade ou Infelicidade
Felicidade ou infelicidade não são dependentes de
circunstâncias externas. Não há nem felicidade nem infelicidade nas coisas
externas; seu estado de alegria ou de tristeza depende de sua reação a essas
coisas externas. Na verdade, as coisas não importam; o que importa é a sua
visão das coisas; tudo depende de como olhamos as coisas.
Assim, em suma, a importância é do indivíduo, e não do objeto: a importância está em você e não no objeto que você possui. Daí que podemos dizer que a felicidade ou a infelicidade reside dentro de nós. Epictectus disse: “Se você está infeliz, saiba com certeza que você é a causa disso.” Eu diria a mesma coisa. Nós somos a causa de nossa miséria, porque seja de que forma estejamos, nós mesmos criamos essa condição. .
Tenha esta verdade em sua mente, porque você não pode transformar a sua vida sem ela: se você se sente infeliz, saiba que alguma coisa está errada em seu ponto de vista. Uma vida miserável é resultado de uma maneira errada de olhar para as coisas; e uma vida feliz é o resultado de uma abordagem correta em relação à vida. Por favor, sempre que você se sentir miserável, tente buscar pela causa da sua infelicidade dentro de você, não do lado de fora. E então, gradualmente, você descobrirá as causas da sua infelicidade, escondidas em suas próprias reações. Então, uma nova vida começa para você.
"Osho"
Assim, em suma, a importância é do indivíduo, e não do objeto: a importância está em você e não no objeto que você possui. Daí que podemos dizer que a felicidade ou a infelicidade reside dentro de nós. Epictectus disse: “Se você está infeliz, saiba com certeza que você é a causa disso.” Eu diria a mesma coisa. Nós somos a causa de nossa miséria, porque seja de que forma estejamos, nós mesmos criamos essa condição. .
Tenha esta verdade em sua mente, porque você não pode transformar a sua vida sem ela: se você se sente infeliz, saiba que alguma coisa está errada em seu ponto de vista. Uma vida miserável é resultado de uma maneira errada de olhar para as coisas; e uma vida feliz é o resultado de uma abordagem correta em relação à vida. Por favor, sempre que você se sentir miserável, tente buscar pela causa da sua infelicidade dentro de você, não do lado de fora. E então, gradualmente, você descobrirá as causas da sua infelicidade, escondidas em suas próprias reações. Então, uma nova vida começa para você.
"Osho"
8 de out. de 2012
GESTALT TERAPIA
Gestalt terapia
A Gestalt terapia é uma abordagem psicoterapêutica,
baseada na tomada de consciência e da experiência do ser humano com seu Eu, de
uma maneira generalizada e concreta.
Esta tomada de consciência dirige-se tanto para o
que se passa dentro como fora do indivíduo e acontece tanto a nível corporal,
mental, emocional, como também nos seus relacionamentos com a família, amigos e
trabalho. Esse processo de tomada de consciência, também denominado de Awareness, é um sistema que podemos
considerar como a ampliação da consciência do ser humano, e que é a metodologia
por excelência da Gestalt terapia.
É através do processo da Awareness e de seu próprio funcionamento que a pessoa expressa e
pensa, através de sua postura corporal, comportamentos, atitudes, modos de agir,
como se bloqueia, como se apresenta e como respira. Assim, podemos identificar no
geral como o sujeito se percebe ou como se apresenta no presente, no Aqui e
Agora.
A finalidade principal desta abordagem terapêutica
é a obtenção do contato do indivíduo consigo mesmo e com o seu meio ambiente,
através do processo de regulação homeostática. Esse processo de homeostase é um
mecanismo de auto-regulação do organismo total do sujeito, em que as trocas
realizadas com seu EU e com o seu ambiente lhe possibilitam a manutenção do
equilíbrio físico, psíquico e social.
Para que este processo de auto-regulação ou ajustamento
interno ocorra, é necessário que o indivíduo tome consciência das suas
necessidades a experienciar, e saber em que nível fisiológico, afetivo e social
está. Esse dado é muito importante para que se desenvolva a referida Awareness no Aqui e Agora.
Quando o indivíduo interrompe o contato com o
ambiente e com seus relacionamentos pessoais começa o processo de não
satisfação das suas necessidades o que o leva ao desequilíbrio, desde o
desajuste mais fisiológico até perturbações da personalidade.
É neste âmbito que se encontra o alvo de
intervenção da Gestalt terapia que visa a integração psíquica e social
permitindo ao indivíduo adquirir um desenvolvimento da responsabilidade sobre a
sua própria experiência e tornando-se cada vez mais autônomo e levando-o a entrar
em contato consigo mesmo.
Ismenia Woyame
Ismenia Woyame
Desindentifique-se de seus pensamentos
Desidentifique-se de seus pensamentos
Feche seus olhos, então focalize ambos
os olhos bem no meio das duas sobrancelhas, como se você estivesse olhando lá com os seus
dois olhos. Dê total atenção a isso.
No ponto certo, subitamente seus olhos ficarão fixos. E se a sua atenção estiver lá, você irá experienciar um estranho fenômeno: pela primeira vez você verá pensamentos passando diante de você; você se tornará uma testemunha. É como uma cena de um filme: pensamentos passando e você é uma testemunha.
Geralmente você não é a testemunha, você fica identificado com pensamentos. Se a raiva está lá, você fica raivoso. Se um pensamento lhe move, você não é a testemunha; você se torna um com o pensamento, identificado, e você se move junto com ele. Você se torna o pensamento; você toma a forma do pensamento.
Quando sexo aparece, você se torna sexual, quando aparece a raiva, você fica raivoso, quando a ambição aparece, você se torna ambicioso. Qualquer pensamento que se mova se torna identificado com você; não há nenhum intervalo entre você e o pensamento.
Mas focalizado no terceiro olho, subitamente você se torna a testemunha. Através do terceiro olho você pode ver os pensamentos passando como nuvens no céu ou como pessoas transitando pelas ruas.
No ponto certo, subitamente seus olhos ficarão fixos. E se a sua atenção estiver lá, você irá experienciar um estranho fenômeno: pela primeira vez você verá pensamentos passando diante de você; você se tornará uma testemunha. É como uma cena de um filme: pensamentos passando e você é uma testemunha.
Geralmente você não é a testemunha, você fica identificado com pensamentos. Se a raiva está lá, você fica raivoso. Se um pensamento lhe move, você não é a testemunha; você se torna um com o pensamento, identificado, e você se move junto com ele. Você se torna o pensamento; você toma a forma do pensamento.
Quando sexo aparece, você se torna sexual, quando aparece a raiva, você fica raivoso, quando a ambição aparece, você se torna ambicioso. Qualquer pensamento que se mova se torna identificado com você; não há nenhum intervalo entre você e o pensamento.
Mas focalizado no terceiro olho, subitamente você se torna a testemunha. Através do terceiro olho você pode ver os pensamentos passando como nuvens no céu ou como pessoas transitando pelas ruas.
Osho, em "The Book of
Secrets
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